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Teste de força das mãos pode ajudar a detectar complicação do diabetes – Revista Galileu


Teste de força das mãos pode ajudar a detectar complicação do diabetes (Foto: Zoe/Unsplash)

Teste de força das mãos pode ajudar a detectar complicação do diabetes (Foto: Zoe/Unsplash)

Pacientes com diabetes tipo 2 podem sofrer com a neuropatia diabética, uma lesão nos nervos periféricos do corpo que pode causa dor, formigamento, queimação e perda de sensibilidade, sobretudo nas pernas e nos pés. Isso pode fazer com que certos machucados passem despercebidos e evoluam até o estágio de exigir amputações. Mas um pequeno estudo da Universidade Cruzeiro do Sul deu o primeiro passo para o desenvolvimento de um método que diagnosticaria essa complicação bem no começo, antes de ela se agravar.

O trabalho, publicado no periódico científico Human Movement Science, concentrou-se na chamada força de preensão — a força aplicada pelas mãos para segurar um objeto. A tarefa dos 36 voluntários era simples: eles deveriam manipular um dispositivo específico, que mensura essa força de preensão, e fazer diferentes tarefas com ele.

Entre os participantes, 24 possuíam diabetes tipo 2, mas só 12 manifestavam a neuropatia diabética. Outros 12 voluntários não apresentavam a doença, e serviram como um grupo de controle. 

Após diferentes avaliações, os cientistas perceberam que no chamado teste estático (em que a pessoa só segura esse dispositivo por dez segundos), os voluntários das duas turmas com diabetes usaram a metade da força aplicada pelo grupo saudável. Ou seja, mesmo as pessoas que não manifestavam sintomas claros da neuropatia já apresentavam alterações.

Na opinião dos cientistas, aplicar menos força nessa tarefa não significa uma perda de sensibilidade nos dedos, e sim um problema de comunicação entre os nervos periféricos e o cérebro. Seria o princípio desse quadro.

O profissional de educação física Paulo Barbosa de Freitas Júnior, um dos autores da pesquisa, espera que essa descoberta sirva para, no futuro, criar um método capaz de fazer o diagnóstico precoce da neuropatia diabética. “A ideia é ter um aparelho que permita ao médico medir a força de preensão em um teste simples e ver se o paciente apresenta sinais de alterações neurológicas incipientes”, explica, em comunicado.

No entanto, outros estudos são necessários para avaliar se a força de preensão é realmente confiável para diagnosticar a neuropatia diabética e se equipamento utilizados no experimento seria a melhor maneira de mensurá-la. Esse é apenas o primeiro passo de uma jornada científica.

(Fonte: Agência Einstein)

Viva Bem com Diabetes

Crescimento do mercado Diabetes tipo 2, Outlook e Previsão 2021-2025: Desenvolvimento de Negócios e Análise de Demanda – Minho Diario

//minhodiario.com

O relatório de mercado Diabetes tipo 2 engloba insights críticos sobre o status atual do mercado e fornece insights profundos sobre a dinâmica por meio da trajetória de crescimento histórico, cenário de mercado atual e projeções de crescimento para o futuro. O relatório é criado considerando dados primários e secundários do setor. o relatório fornece todas as informações que compõem o relatório de mercado global Diabetes tipo 2.

Estima-se que o tamanho do mercado global Diabetes tipo 2 cresça em CAGR de about 10% % com USD 29.91 billion durante o período de previsão 2021-2025. A taxa de crescimento YOY (ano a ano) para 2021 é estimada em 9.49% até o final de 2025.

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Principais participantes do mercado global Diabetes tipo 2:

-Amgen Inc.
– AstraZeneca Plc
– Boehringer Ingelheim International GmbH
– Daiichi Sankyo Co. Ltd.
– Eli Lilly and Co.
– Merck and Co. Inc.
– Novartis AG
– Novo Nordisk AS
– Sanofi SA
– Takeda Pharmaceutical Co. Ltd.

Este estudo de pesquisa examina as tendências atuais do mercado relacionadas à demanda, oferta e vendas, além dos desenvolvimentos recentes. Principais motivadores, restrições e oportunidades foram abordadas para fornecer uma imagem exaustiva do mercado. A análise apresenta informações detalhadas sobre o desenvolvimento, tendências e políticas e regulamentos do setor implementados em cada região geográfica. Além disso, o quadro regulamentar geral do mercado foi exaustivamente coberto para oferecer às partes interessadas uma melhor compreensão dos fatores-chave que afetam o ambiente geral do mercado.

Segmentação de mercado global Diabetes tipo 2:
Por classe de drogas
– insulina.
– Inibidores DPP-4
– Agonistas do receptor GLP-1
– Inibidores da SGLT-2
— Outras

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Dinâmica de mercado Diabetes tipo 2:
Drivers de mercado: aumento da prevalência de diabetes.
Tendências de mercado: aumento da prevalência da obesidade e mudando estilos de vida
-Market Desafio: Riscos em competições com o Global Player

Alguns destaques importantes do relatório incluem:
• CAGR do mercado durante o período de previsão 2021-2025
• Informações detalhadas sobre os fatores que irão acelerar o crescimento do mercado Diabetes tipo 2 durante os próximos cinco anos
• Estimativa precisa do tamanho do mercado global Diabetes tipo 2 e sua contribuição para o mercado pai
• Previsões precisas sobre as tendências do mercado Diabetes tipo 2 e mudanças no comportamento do consumidor
• O crescimento da indústria Diabetes tipo 2 nas Américas, APAC e EMEA
• Uma análise completa do cenário competitivo do mercado e informações detalhadas sobre vários fornecedores
• Detalhes abrangentes sobre fatores que desafiarão o crescimento das empresas Diabetes tipo 2

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O relatório de mercado da Diabetes tipo 2 cobre as regiões:
• América do Norte
• Europa
• Ásia-Pacífico
• América do Sul
• Oriente Médio e África

Principais perguntas respondidas no relatório de mercado Diabetes tipo 2:
• Qual será a taxa de crescimento do mercado Diabetes tipo 2?
• Quais são os principais fatores que impulsionam o mercado global Diabetes tipo 2?
• Quem são os principais fabricantes no mercado Diabetes tipo 2?
• Quais são as oportunidades de mercado, risco de mercado e visão geral do mercado Diabetes tipo 2?
• O que são vendas, receitas e análise de preços dos principais fabricantes do mercado Diabetes tipo 2?
• Quem são os distribuidores, comerciantes e revendedores do mercado Diabetes tipo 2?
• Quais são as oportunidades e ameaças do mercado Diabetes tipo 2 enfrentadas pelos fornecedores na indústria global de Diabetes tipo 2?
• O que são vendas, receitas e análises de preços por tipos e aplicações da indústria Diabetes tipo 2?
• O que são vendas, receitas e análises de preços por regiões da indústria Diabetes tipo 2?

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TOC detalhado do mercado global Diabetes tipo 2 2021-2025
PARTE 1 Resumo Executivo
• Visão geral do mercado
PARTE 2 Cenário do Mercado
• Ecossistema de mercado
• Análise da cadeia de valor
PARTE 3 Dimensionamento do mercado
• Definição de mercado
• Análise de segmento de mercado
• Tamanho do mercado em 2020
• Perspectiva de mercado: Previsão para 2020 – 2025
PARTE 4 Análise das Cinco Forças
• Resumo de cinco forças
• Poder de barganha dos compradores
• Poder de barganha dos fornecedores
• Ameaça de novos participantes
• Ameaça de substitutos
• Ameaça de rivalidade
• Condição de mercado
PARTE 5 Segmentação de mercado por usuário final
• Segmentos de mercado
• Comparação por usuário final
• Tipo 1 – Tamanho do mercado e previsão de 2020-2025
• Tipo 2 – Tamanho do mercado e previsão de 2020-2025
• Outros – Tamanho do mercado e previsão de 2020-2025
• Oportunidade de mercado por usuário final
PARTE 6 Cenário do cliente
PARTE 7 Paisagem Geográfica
• Segmentação geográfica
• comparação geográfica
• América do Norte – Tamanho do mercado e previsão de 2020-2025
• APAC – Tamanho do mercado e previsão para 2020-2025
• Europa – Tamanho do mercado e previsão de 2020-2025
• América do Sul – Tamanho do mercado e previsão para 2020-2025
• MEA – Tamanho do mercado e previsão de 2020-2025
• Principais países líderes
• Oportunidade de mercado por geografia
PARTE 8 Motivadores e desafios
• Motivadores de mercado
• Desafios de mercado
• Tendências de mercado
PARTE 9 Cenário do fornecedor
• Visão geral
• Cenário do fornecedor
• Perturbação da paisagem
PARTE 10 Análise de fornecedor
• Fornecedores cobertos
• Posicionamento de mercado de fornecedores
PARTE 11 Apêndice
• Escopo do relatório
• Taxas de conversão de moeda para USD
• Metodologia de Pesquisa
• Lista de abreviações

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Viva Bem com Diabetes

De diabetes a câncer: nutricionista fala do risco da merenda nada saudável – Campo Grande News

Os perigos atendem pelo nome de salgadinhos prontos, salsicha, refrigerantes e sorvete

Anúncio de refrigerante em frente à escola de Campo Grande. (Henrique Kawaminami)
Anúncio de refrigerante em frente à escola de Campo Grande. (Henrique Kawaminami)

De fácil acesso, inclusive, em ambiente escolar não abrangido pela Lei da Cantina Saudável, as guloseimas representam risco de longo prazo para a saúde de crianças e adolescentes. Os perigos são as doenças crônicas, numa lista que vai de hipertensão ao câncer.

Nesta semana, reportagem do Campo Grande News mostrou que legislação que proibia a venda de doces, refrigerantes e frituras nas escolas da rede estadual, foi sepultada pela Justiça. Enquanto o cardápio saudável nas cantinas de escolas da rede municipal e particular da Capital é uma obrigação.

Presidente das Asman (Associação Sul-mato-grossense de Nutrição), o nutricionista Anderson Holsbach destaca os perigos dos alimentos ultraprocessados: salgadinhos prontos, salsicha, refrigerantes e sorvete.

“Esse tipo de alimento tem composição nutricional desequilibrada, leva ao excesso de peso e também às demais doenças crônicas não transmissíveis. A gente pode citar hipertensão, diabetes, câncer. As crianças estão suscetíveis também a esses problemas”.

Contudo, ao contrário dos adultos, as crianças e adolescentes ainda não estão conscientes dos perigos desses alimentos.

“Por isso, que medidas regulatórias e de proteção são importantes, como as leis. Quando restrinjo o acesso à alimentação não saudável, reduzo o impacto negativo na saúde da criança”, afirma Anderson Holsbach.

Enquete – O Campo Grande News perguntou aos leitores sobre o lanche vendido aos alunos em ambiente escolar. E os relatos são de realidades bem diferentes. Um participante afirma que a oferta de alimentos saudáveis é precária.

Oura leitora lamenta que a cantina na escola virou negócio lucrativo para os donos. “Quero ver ter comida saudável! As crianças não comem nem em casa, imagine na escola!”.

Mas também há quem encontre alimentos saudáveis em ambiente escolar. “Por aqui, nada de frituras, refri ou doces”, diz internauta.

Viva Bem com Diabetes

Açúcar causa diabetes? Entenda mitos e verdades – eCycle

Você sempre quis saber se o consumo de açúcar causa diabetes? A questão é controversa, mas a ciência pode fornecer algumas pistas

Se preferir, vá direto ao ponto Esconder

Açúcar causa diabetes, afinal de contas? Muitas pessoas acreditam – e afirmam! – que sim. Mas será que essa ideia generalizada corresponde à realidade? 

Faz sentido pensar que o consumo de açúcar em excesso pode desencadear o diabetes, uma vez que a doença é caracterizada justamente por altos níveis de açúcar no sangue. No entanto, as principais organizações de saúde especializadas no assunto, a American Diabetes Association e Diabetes UK, rotulam essa noção como um mito. 

De fato, a alimentação desempenha um papel importante na saúde do nosso corpo como um todo. Mas, segundo essas organizações, o consumo regular de açúcar – ou a ausência dele na sua dieta – não determina necessariamente se você desenvolverá a doença ou não. 

Isso quer dizer que o açúcar está liberado? De jeito nenhum! Os açúcares adicionados, encontrados em alimentos processados ou na preparação de receitas – como o branco, o mascavo e adoçantes calóricos quimicamente fabricados – são verdadeiros vilões para a saúde.

Contudo, vários fatores, além da alimentação, estão envolvidos no desenvolvimento de doenças como o diabetes. Entre eles, destacam-se a genética e os maus hábitos. Entenda o que a ciência diz sobre a relação entre açúcar e diabetes. 

Açúcar é o combustível do corpo

A glicose, um tipo de açúcar simples, é a responsável pelo funcionamento do nosso corpo. Assim como a gasolina alimenta seu carro, a glicose alimenta seus músculos, seu cérebro e todos os seus órgãos. A glicose vem de frutas e de alimentos ricos em amido, como grãos, feijão e batata, e seu corpo também pode produzi-la quando necessário. Sem ela, você morreria.

Diabetes é uma síndrome caracterizada por índices de glicose no sangue acima de valores considerados saudáveis. Existem três tipos de diabetes: tipo 1, tipo 2 e gestacional. 

O diabetes tipo 1 é causado pela destruição das células do pâncreas produtoras de insulina, geralmente por meio de um processo autoimune. Os gatilhos para esse processo estão sob investigação e podem incluir proteínas lácteas, vírus ou outros fatores.

O diabetes tipo 2 geralmente começa com resistência à insulina. Ou seja, as células do corpo resistem aos esforços da insulina para escoltar a glicose para as células. Essa resistência parece ser provocada por um acúmulo de partículas microscópicas de gordura dentro das células musculares e hepáticas.

Essa gordura vem principalmente da dieta: gordura de frango, gordura de carne bovina, gordura de queijo, gordura de peixe e até gordura vegetal. 

Para tentar superar a resistência à insulina, o pâncreas produz insulina extra. Quando o pâncreas não consegue mais acompanhar, o açúcar no sangue aumenta. A combinação de resistência à insulina e falência das células pancreáticas leva ao diabetes tipo 2.

Já o diabetes gestacional é semelhante ao tipo 2 e ocorre durante a gravidez. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o diabetes atinge mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo, e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) estima que 12 milhões de pessoas vivam com a doença no Brasil. 

O que alimenta a epidemia de diabetes?

No Japão, China e outros países asiáticos, a transição de dietas tradicionais ricas em carboidratos (por exemplo, à base de arroz) para hábitos alimentares ocidentalizados, com baixo teor de carboidratos e ênfase em carnes, laticínios e alimentos fritos, foi acompanhada por um grande aumento na prevalência de diabetes. 

Da mesma forma, nos Estados Unidos, uma dieta à base de carne (onívora) está associada a uma alta prevalência de diabetes, em comparação com os padrões dietéticos que enfatizam os alimentos derivados de plantas. 

Em um estudo, depois de ajustadas as diferenças no peso corporal, atividade física e outros fatores, dietas onívoras foram associadas a quase o dobro do risco de diabetes, em comparação com uma dieta que omite produtos de origem animal.

O consumo de açúcar está caindo, mas o diabetes está aumentando. Por quê?

Nos últimos anos, virou moda culpar o açúcar por diversos problemas de saúde. No entanto, o consumo per capita de açúcar tem caído nos Estados Unidos desde 1999, quando a água engarrafada e as bebidas sem açúcar começaram a reduzir o número de refrigerantes das prateleiras. 

Ao mesmo tempo, o consumo de queijo e alimentos gordurosos tem aumentado constantemente, assim como a prevalência de diabetes. Isso sugere que outros elementos, além do açúcar, estão impulsionando a epidemia de diabetes.

Vários estudos procuraram relações entre açúcar e risco de diabetes. Uma meta-análise de 2017, baseada em nove relatórios de 15 estudos incluindo 251.261 participantes, não encontrou nenhum efeito significativo dos açúcares totais no risco de desenvolver diabetes tipo 2.

Aqueles que consumiram mais açúcar na verdade tiveram um risco 9% menor de desenvolver diabetes, em comparação com aqueles que consumiram menos açúcar, embora a diferença não seja estatisticamente significativa (o que significa que pode ter sido um resultado casual). 

Da mesma forma, a frutose não foi significativamente associada ao risco de diabetes. A sacarose parecia ter uma associação protetora significativa. Aqueles que consumiram mais sacarose tiveram 11% menos risco de desenvolver diabetes tipo 2, em comparação com aqueles que consumiram menos.

Outros estudos se concentraram não no açúcar em geral, mas especificamente em refrigerantes e outras bebidas adoçadas com açúcar. Muitos não encontraram nenhuma relação significativa, além das calorias extras do açúcar que levam ao ganho de peso. 

Por exemplo, o Women’s Health Study, o Atherosclerosis Risk in Communities Study, o Black Women’s Health Study e o Multi-Ethnic Study of Atherosclerosis não encontraram associações significativas entre o entre o consumo de açúcar e o risco de diabetes após ajuste para medidas de peso corporal. Alguns estudos obtiveram resultados mistos, exonerando a sacarose, mas indicando um papel da glicose e da frutose no aumento do risco.

Entretanto, uma meta-análise de 2015 resumindo os resultados de 17 estudos concluiu que, após ajuste para o peso corporal, uma porção diária de 250 ml de bebidas adoçadas com açúcar foi associada a um risco aproximadamente 13% maior de desenvolver diabetes.

Se os açúcares em geral não estão associados ao risco aumentado de diabetes, mas os refrigerantes estão, isso sugere a possibilidade de que algo diferente do açúcar explique essa relação.

Os refrigerantes costumam ser acompanhados por cheeseburgers, nuggets de frango e outros alimentos não saudáveis. Ou seja, o consumo de refrigerante pode ser um sinal de uma dieta com foco em fast-foods ou uma dieta e estilo de vida não saudáveis ​​em geral. 

Por outro lado…

Um estudo revelou que indivíduos que consomem regularmente bebidas adoçadas com açúcar têm um risco cerca de 25% maior de desenvolver  diabetes tipo 2 do que outras pessoas. 

De acordo com outro estudo, beber apenas uma bebida com açúcar adicionado por dia aumenta o risco em 13%, independentemente de qualquer ganho de peso que esse hábito possa causar.

Além disso, os países onde o consumo de açúcar é mais alto também têm as taxas mais altas de diabetes tipo 2, enquanto aqueles com o consumo mais baixo têm as taxas mais baixas.

Para piorar, uma pesquisa mostrou que a ligação entre a ingestão de açúcar e diabetes ainda se mantém mesmo após o controle da ingestão total de calorias, peso corporal, consumo de álcool e exercícios. 

Embora esses estudos não provem que o açúcar causa diabetes, a associação é forte. É por isso que muitos pesquisadores acreditam que o açúcar aumenta o risco de diabetes direta e/ou indiretamente.

Consumir grandes quantidades de açúcar também pode aumentar indiretamente o risco de diabetes, contribuindo para o ganho de peso e aumento da gordura corporal, que são fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes.

Além do mais, estudos com animais sugerem que comer muito açúcar pode interromper a sinalização da leptina, um hormônio que promove a sensação de saciedade, levando a comer demais e ganhar peso.

Para reduzir os efeitos negativos do alto consumo de açúcar, a Organização Mundial da Saúde recomenda não obter mais do que 10% de suas calorias diárias de açúcares adicionados que não sejam encontrados naturalmente nos alimentos.

Açúcares naturais causam diabetes?

Embora a ingestão de grandes quantidades de açúcares adicionados tenha sido associada ao diabetes, o mesmo não acontece com os açúcares naturais, segundo um estudo

Açúcares naturais são açúcares que existem em frutas e vegetais e não foram adicionados durante a fabricação ou processamento. Uma vez que esses tipos de açúcar existem em uma matriz de fibra, água, antioxidantes e outros nutrientes, eles são digeridos e absorvidos mais lentamente e com menor probabilidade de causar picos de açúcar no sangue.

Frutas e vegetais também tendem a conter muito menos açúcar por peso do que muitos alimentos processados. Por isso, é mais fácil controlar o consumo.

Aliás, alguns estudos descobriram que comer pelo menos uma porção de fruta por dia reduz o risco de diabetes em 7 a 13% em comparação com não comer nenhuma fruta.

Hábitos saudáveis reduzem o risco de diabetes

Hábitos saudáveis reduzem muito o risco de desenvolver diabetes e outras doenças, porque fortalecem seu sistema imunológico e previnem o excesso de peso, que têm influência direta na maior parte das complicações de saúde do nosso tempo. 

A forma mais eficaz de prevenir a diabetes é manter uma alimentação balanceada, rica em fibras, vegetais, frutas e alimentos integrais, e praticar exercícios físicos regularmente. 

Em especial no caso de pessoas com pré-diabetes, que costumam ter uma dieta rígida, praticar atividades físicas pelo menos três vezes por semanas e, em alguns casos, até usar medicamentos para evitar complicações futuras. Esses procedimentos em pessoas dentro do grupo de risco podem diminuir pela metade o número de pessoas com diabetes tipo 2.

Não fumar, controlar a pressão arterial, evitar medicamentos e bebidas que possam prejudicar o pâncreas também são medidas úteis para evitar o desenvolvimento da diabetes. Além disso, uma dica extra: tome café. Segundo um estudo, uma única xícara da bebida por dia pode reduzir o risco em até 7%. Boa notícia para os coffee lovers!

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As pessoas com diabetes podem comer bananas? A resposta a uma dúvida muito comum – SAPO Lifestyle

Somos o que comemos e, no caso dos diabéticos, esta afirmação revela-se de particular importância. A alimentação é um dos fatores essenciais do tratamento da diabetes, representando um desafio nem sempre fácil para quem vive com a doença. As escolhas que se fazem são, por isso, decisivas. Para além de procurar manter os níveis de glicemia no sangue nos valores recomendados, o que ingerimos também serve para evitar problemas de saúde que, associados à diabetes, agravam o prognóstico.

É o caso da obesidade, da hipertensão e/ou do colesterol e dos triglicéridos elevados, como também alerta o Diabetes 365º, um projeto informativo multiplataforma que pretende auxiliar os portugueses a lidar com esta patologia, desmistificando muitas das ideias pré-concebidas que ainda persistem nos tempos que correm. Há muita gente que acredita que os diabéticos não podem comer fruta por causa da quantidade de frutose, o açúcar natural presente neste tipo de alimentos.

Mas, na verdade, não é bem assim. No caso dos diabéticos dependentes de insulina, desde que façam uma alimentação equilibrada, podem ingeri-la diariamente, com conta, peso e medida. Os que sofrem de diabetes tipo 2 não devem, no entanto, ultrapassar duas peças por dia. As vitaminas e os sais minerais que estes ingredientes alimentares contêm são benéficos para a saúde de todos, inclusive dos que sofrem desta patologia. Os diabéticos devem, todavia, privilegiar frutos que contenham uma taxa de açúcar inferior ou igual a 11 gramas por 100 gramas de alimento, como é o caso do morango (4 gramas), da framboesa (4,2 gramas), da amora (6 gramas), do melão (6 gramas), da toranja (6,2 gramas), do marmelo (6,3 gramas) e da groselha (6,4 gramas).

A lista das frutas recomendados aos diabéticos inclui ainda a melancia (7,3 gramas), a laranja (8 gramas), o pêssego (8,1 gramas), o quivi (8,4 gramas), o alperce (9 gramas) e a pera (9,1 gramas). Apesar de ingerir fruta regularmente ser bom para a saúde dos diabéticos, como confirmou um estudo científico internacional divulgado pela publicação especializada PLoS Med em 2017, algumas devem ser evitadas. É o caso da melancia, da tâmara, do abacaxi, do ananás, da manga, da líchia e do figo.

Então e a banana?

Uma das crenças que persistem é a de que os diabéticos não podem, de todo, comer bananas, tal como também não devem ingerir cerejas, uvas, papaias, tangerinas e arandos. Com uma taxa média de açúcar na ordem dos 20,5 gramas por 100 gramas, este fruto exótico não pode, na realidade, ser comido à discrição por quem sofre de diabetes. Mas também não tem de ser riscado da lista. Desde que consumida com moderação, a banana pode fazer parte da alimentação de um diabético.

As vitaminas, as fibras e os sais minerais que esta fruta contém são benéficos para a saúde dos que sofrem desta patologia. Os autores de um estudo científico realizado em 2014 concluíram que o consumo ocasional de banana não tem, por norma, um impacto negativo no aumento da glicose na corrente sanguínea. Em 2017, uma outra investigação, envolvendo 500.000 voluntários, apurou que os frutos com um índice glicémico mais baixo são mais seguros para os diabéticos.

Mas, desde que ingeridos com conta, peso e medida, também os que registam um índice glicémico mais elevado, reduzem o risco de agravamento da diabetes. A American Diabetes Association (ADA), organismo norte-americano que reúne alguns dos mais prestigiados especialistas do mundo, também recomenda a sua ingestão. Na lista de frutos que sugere, inclui a banana. O ideal é, todavia, comer ocasionalmente uma com o tamanho das bananas da Madeira ou apenas metade das de tamanho maior. Outro dos conselhos é consumi-las juntamente com uma fonte de gordura não saturada, como um pequeno punhado de amêndoas, nozes, pistácios e/ou sementes de girassol ou com uma pequena dose de manteiga de amendoim.

Há especialistas nacionais e internacionais que sugerem a sua associação a uma fonte de proteína, como o iogurte grego magro, por exemplo, para aumentar o grau de saciedade e reduzir a necessidade de petiscar ao longo do dia, o que é também uma forma de manter os níveis de glicemia controlados. De acordo com um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal é um dos países da União Europeia com maior prevalência de diabetes na população adulta.

Viva Bem com Diabetes

Insulina, responsável por salvar milhões de vidas, faz cem anos – Folha de S.Paulo

Com o diagnóstico de coma diabético e sem nenhuma expectativa de sobrevida, o menino Leonard Thompson, de 14 anos, estava internado num hospital em Toronto, no Canadá. Era 1921, há exatos cem anos. Nessa época, ainda não havia nenhum tratamento para diabetes. O cenário se tornava ainda mais grave para os portadores do que chamamos hoje de diabetes tipo 1.

A única medida para tratamento consistia na restrição de alimentos. Os pacientes entravam em um quadro de caquexia (emagrecimento acentuado) tanto pelo diabetes como pela dieta extrema. Sem medicamentos para essa condição, a sobrevida de um portador de diabetes podia atingir de seis meses a um ano no máximo.

Thompson, no entanto, conseguiria sobreviver ao diabetes tipo 1, algo inédito em toda a história da humanidade. Podia haver eletricidade e até mesmo a capacidade de criar veículos voadores como os aviões, mas não existia uma solução para evitar que pais e mães vissem os filhos definharem até a morte diante dessa doença.

Não foi um milagre que salvou Thompson. Foi a ciência. A melhora dele se deveu à insulina, que salvaria a vida de milhões de pessoas ao longo do século seguinte, numa das maiores descobertas da história da medicina. Mas, para chegar até a aquele dia em 1921 em Toronto, foi necessário um processo cumulativo de conquistas científicas ao longo de milênios.

Ser diagnosticado com diabetes, ainda que sem esse nome, remonta pelo menos ao antigo Egito. O papiro Ebers, datado aproximadamente do ano 1550 a.C., descrevia uma condição na qual o paciente bebia água e urinava em quantidades excessivas.

Séculos mais tarde, já no ano 120 da era cristã, o grande médico Arateus da Capadócia descreveu em detalhes a descompensação do diabetes e o coma diabético. Durante o apogeu da medicina árabe no século 10, o médico Avicena delineou as complicações do diabetes, incluindo a gangrena diabética e o “colapso da função sexual”, atualmente denominada disfunção erétil.

O advento do cristianismo, no entanto, impediu até certo ponto a evolução da medicina no Ocidente, especialmente na era medieval, uma vez que a cura ou a melhora das doenças só podiam acontecer pelos milagres. A intervenção médica era desestimulada.

Esse cenário somente começaria a mudar a partir do século 18, quando a metodologia científica foi introduzida na medicina. Médicos passaram a investigar como e por quais causas as doenças ocorriam. O termo fisiopatologia passou a ser utilizado para uma melhor compreensão das doenças em geral e para o desenvolvimento de tratamentos mais adequados.

A descoberta da insulina tem origem justamente nessa evolução científica e resulta da soma de vários trabalhos científicos que culminaram no isolamento desse hormônio. Os médicos alemães Joseph Von Mering (1849-1908) e Oskar Minkowski (1858-1931), através da pancreatectomia (retirada do pâncreas), induziram o aparecimento de diabetes em animais de experimentação.

Um outro pesquisador alemão chamado Paul Langerhans (1847-1888) descreveu através da microscopia as assim chamadas ilhotas de Langerhans, que constituem grupamentos de células esparsas pelo pâncreas —daí o nome ilhotas. O diabetes seria, portanto, uma doença do pâncreas.

Houve várias tentativas de se isolar uma substância cuja falta seria responsável pelo surgimento do diabetes, e a história da descoberta da insulina é fascinante. O americano-canadense Charles Best (1899-1978), então estudante de medicina, sobrinho de uma noviça morta aos 17 anos de coma diabético, decidiu então procurar o médico canadense Frederich Banting (1891-1941), na Universidade de Toronto, solicitando permissão para trabalhar no seu laboratório. Junto com o escocês John MacLeod (1876-1935) e o canadense James Collip (1892-1965), iniciou trabalhos experimentais para isolar um extrato pancreático, o qual, injetado no paciente com diabetes, “curaria” a doença.

Através de uma metodologia científica bem estabelecida, os extratos obtidos eram injetados em animais de experimentação portadores de diabetes após retiradas do pâncreas e medindo a redução da glicose no sangue (ensaio biológico). Após várias tentativas, conseguem extrair numa solução de álcool ácido um extrato pancreático mais purificado. Acreditavam que, se injetado num paciente portador de diabetes, reverteria o estado de coma. E assim foi que Leonard Thompson, citado no início deste artigo, recebeu o primeiro extrato de insulina, após autorização de sua família.

O resultado benéfico foi parcial e novas tentativas de purificação levaram finalmente a um extrato que, injetado em Leonard Thompson, reverteria o coma. Posteriormente, com o tratamento, o paciente ganhou peso e passou a ter uma vida normal com injeções de insulina, até morrer anos mais tarde de pneumonia. Nesta mesma época, Elizabeth Hughes, filha do então secretário de Estado dos EUA, Charles Hughes, pesava apenas 27 kg em decorrência do diabetes. Diante deste cenário, foi levada a Toronto para receber as primeiras doses de insulina. Com o ultrabem-sucedido tratamento, viveu até 1981, chegando aos 74 anos.

Best e Banting foram premiados em 1923 com o prêmio Nobel e o dividiram com MacLeod e Collip. Apesar deste grande sucesso, houve controvérsias a respeito do descobridor da insulina —o cientista romeno Nicolai Paulescu (1869-1931) tinha anteriormente publicado um trabalho sobre o isolamento deste extrato pancreático.

A patente dessa descoberta foi vendida pela Universidade de Toronto pelo valor simbólico de um dólar canadense. A única condição era de que a produção de insulina teria de ser supervisionada pela própria instituição canadense. Nos Estados Unidos, o empresário Eli Lilly, em Indianápolis, começou a produção industrial da insulina e assim inicia-se a “marcha triunfal” que salvaria milhões de pessoas.

A insulina passou também a ser produzida por outros laboratórios, como Novo Nordisk e Sanofi. No Brasil, a produção inicial foi bastante artesanal com a professora Eline Prado, bioquímica da Escola Paulista de Medicina. Esta pesquisadora chegou a receber a visita de Charles Best para supervisionar a produção. No Brasil, já há vários anos a insulina é distribuída pelo governo, assim como glicosímetros, fitas reagentes e medicações orais para o diabetes.

Após a descoberta da insulina obtida de extrato pancreático animal, a mesma passou a ser produzida por técnicas de bioengenharia genética. Novas preparações mais modernas têm sido introduzidas, assim como também tem avançado bastante o uso da tecnologia no tratamento.

No Brasil, são 17 milhões de pacientes portadores de diabetes, sendo essencial o controle glicêmico para evitar as complicações da moléstia, que oneram tremendamente qualquer que seja o sistema de saúde utilizado. Muitos deles, se tivessem nascido mais de um século atrás, não teriam sobrevivido. Foram salvos pela insulina.

Viva Bem com Diabetes

Notícias da UFSC – Notícias da UFSC

O Programa de Extensão Agir e Educar (em)frente o Diabetes mellitus, abre inscrições para o Curso de Extensão Alimentação, Atividade Física e Tratamento Medicamentoso – Os três pilares no controle do Diabetes. O público alvo são pessoas com mais de 50 anos, com diabetes e/ou familiares com diabetes. Os encontros ocorrem às quintas-feiras, das 14 às 18 horas. Inscrições podem ser feitas neste link.

O programa é coordenado pela professora Laura Cavalcanti de Farias Brehmer em parceria com as professoras Luciana Martins da Rosa, Melissa Orlandi Honório Locks e Gisele Cristina Manfrini, do Departamento de Enfermagem da UFSC, com apoio do Edital Nº 3/2021/ PROEX e parceria com o Núcleo de Estudos da Terceira Idade (NETI).

No conteúdo programático, haverá destaque aos temas Uso de Hipoglicemiantes Orais e Insulinas; Tudo sobre o Uso de Insulinas; Principais cuidados relacionados à alimentação e o DM e Principais cuidados relacionados à Atividade Física e o DM. O curso tem cargas horária de 30 horas, dividida em encontros síncronos e assíncronos, na proporção de 50% (15 horas síncronas e 15 horas assíncronas). Nos momentos síncronos pretende-se proporcionar espaços de conversação para abordagem dos tópicos, esclarecimento de dúvidas e compartilhamento de experiências. Os momentos assíncronos incluirão leitura de materiais educativos ilustrados, em pdf e/ou html e visualização de vídeos.

Tags: diabetes mellitusNETIPrograma de Extensão Agir e Educar (em)frente o Diabetes mellitus Viva Bem com Diabetes

Centenas de pacientes com diabetes no município são atendidos com insulina e insumos gratuitos mensalmente – Rondônia Dinâmica

Com estoques cheios de lancetas, monitores de glicemia, seringas, agulhas, tiras reagentes e entrega regular de insulina fornecida pelo Ministério da Saúde, a Farmácia Municipal atende em média entre 500 e 600 pacientes com diabetes todos os meses. Inclusive, recentemente no local foi criada uma sala específica para a dispensação (entrega) de insulina aos pacientes para prestar orientações e realizar treinamentos de aplicação.

Relatório do CAF (Centro de Abastecimento Farmacêutico) mostra que atualmente há 7.500 lancetas, 20.100 seringas com agulhas, 9.200 tiras reagentes e 51 monitores de glicemia disponíveis para os pacientes que precisam. “Não faltam insumos para diabéticos, temos tudo o que é necessário com envio normal à Atenção Básica. O Governo do Estado, através dos carregamentos que recebe do Ministério da Saúde, faz a entrega rotineira de insulina para nós, sem falta”, explica a coordenadora do CAF, Rosileya Moreira de Sousa.

De acordo com Sérgio Souza Mattos, coordenador da 3ª Regional de Saúde do Estado de Rondônia em Vilhena, a entrega de insulina é tarefa do Governo do Estado com aquisição feita pela União, conforme a Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais), emitida pelo Ministério da Saúde. “A aquisição deste insumo é de responsabilidade do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, que nos envia e distribuímos aos municípios, conforme a demanda. Aqui a demanda está sendo suprida bem. Estamos entregando de 500 a 600 insulinas por mês a Vilhena. Nossa meta é atender com o melhor que temos nossos pacientes, que são recorrentes, ou seja, precisam sempre desse medicamento”, explica.

Na Farmácia Municipal, o farmacêutico Fernando Ramos Neves da Costa, explica que há espaço exclusivo para os pacientes diabéticos. “Foi criada recentemente uma sala de Atenção Farmacêutica exclusiva, onde os farmacêuticos residentes realizam a dispensação das insulinas NPH, a Protamina Neutra de Hagedorn, e a insulina regular, bem como fazem o acompanhamento farmacoterapêutico dos pacientes, que recebem informação sobre o armazenamento e transporte das insulinas e treinamento de como utilizar as canetas e realizar a autoaplicação”, revela.

Conforme revelado na Audiência de Prestação de Contas do 1° Quadrimestre de 2021, foram atendidos, no total, 723 pacientes diferentes com insumos, insulina, orientação e atenção farmacêutica na Farmácia Municipal, com média de 600 deles vindo recorrentemente. 

A enfermeira e secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch, pontua o belo trabalho feito pelos profissionais do setor. “A diabetes é uma doença crônica e a maioria dos pacientes são idosos. É importante que os pacientes não interrompam o tratamento, pois notamos que alguns deixam de ir todos os meses. Temos um cuidado farmacêutico para dar mais autonomia ao paciente, os profissionais fazem um belo trabalho ensinando os pacientes a realizar o procedimento da autoaplicação, verificar data de validade, instruções de armazenamento e transporte. Tudo isso para assegurar não só a oferta do medicamento, mas a qualidade, segurança e eficácia do tratamento, enquanto garantimos qualidade de vida e saúde”, explica.

Fernando destaca que os pacientes, na maioria dos casos, são “polifarmácia”, o que gera atendimentos adicionais no momento da dispensação dos remédios. “Os farmacêuticos residentes procuram identificar interações medicamentosas e orientam sobre o aparecimento de possíveis reações adversas, colaborando para o uso racional de medicamentos. Foram instalados nas mesas barreiras físicas em material transparente para assegurar a proteção tanto do paciente quanto do farmacêutico. O número de mesas de atendimentos foi aumentado de uma para três, a fim de dar mais agilidade ao serviço e reduzir as filas, sempre seguindo as medidas de distanciamento”, comenta.

ORIENTAÇÕES PELA INTERNET – Farmacêuticas residentes criaram até mesmo uma página no Instagram para publicar conteúdo orientativo com dicas sobre o uso dos medicamentos dispensados na Farmácia Municipal. Nesta segunda-feira, inclusive, a farmacêutica Milena Trevizani publicou vídeo sobre a forma correta de transporte e armazenamento da insulina. Assista no link: www.bit.ly/cuidadoscominsulina1.

RENAME – As insulinas NPH e regular, tanto em frasco quanto em canetas, fazem parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (página 64 da Rename 2020), sendo dispensadas na Farmácia Básica Municipal. No entanto, a sua aquisição é centralizada no Ministério da Saúde (página 14 da Rename 2020), por sua vez, a distribui aos Estados e Municípios, por meio do Núcleo Regional de Saúde.

Viva Bem com Diabetes

Conheça situações que podem alterar o nível de açúcar no sangue – VivaBem

Todos os dias, as células do nosso corpo precisam de um componente primordial para que tenhamos energia para realizar as tarefas: a glicose.

Popularmente conhecida como “açúcar no sangue”, esta substância é produzida principalmente no fígado, nos rins, ou obtida através da dieta com o consumo de carboidratos e gorduras.

E para que a glicose entre nas células, elas precisam da ajuda de outro elemento muito importante: a insulina.

Claro que esta dinâmica precisa estar harmônica para que os níveis de açúcar no sangue fiquem equilibrados. O problema é quando não há insulina suficiente, ou o trabalho de abrir as portas das células e permitir a entrada da glicose não é realizado de forma adequada. Aí, os níveis de açúcar no sangue ficam alterados, o que pode desencadear no desenvolvimento do famoso, e tão temido, pré-diabetes ou do próprio diabetes em si.

E algumas situações do dia a dia podem facilitar esta alteração da glicose sanguínea. Conheça algumas:

Uso de certos medicamentos

remédios, medicamentos, comprimidos, antibióticos - iStock - iStock
Imagem: iStock

Tais como antibióticos, descongestionantes com pseudoefedrina ou fenilefrina, diuréticos, antidepressivos e, principalmente, os corticoides.

“Estes medicamentos interferem no metabolismo do açúcar no próprio corpo ao aumentar a produção desta substância pelo fígado, como também fazer com que as células demorem mais tempo para usar este açúcar. Ou seja, a glicose fica disponível mais no sangue do que nas células”, explica Augusto Santomauro, endocrinologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Com o fim do tratamento, é natural que os níveis de açúcar voltem ao normal. Mas, em pessoas predispostas ao diabetes, inclusive aquelas que já possuem a enfermidade, é importante conversar com o médico para que ele tome as medidas necessárias a fim de evitar problemas.

Logo de manhã…

Homem acordando; pessoa acordando; espreguiçar - Getty Images - Getty Images
Imagem: Getty Images

Neste período, os níveis de açúcar no sangue podem ser mais altos, o que se torna preocupante em pessoas diabéticas. Isto porque, na manhã, acontece o pico de uma série de hormônios que aumentam a glicose. Entre eles estão o cortisol, o hormônio do crescimento (GH), a adrenalina, a testosterona, para os homens e o estradiol, para as mulheres.

Em quem não tem diabetes, mesmo com este aumento nos hormônios, a glicose deve se manter abaixo de 100 miligramas por decilitro. Se estiver maior, é preciso buscar ajuda médica.

Mas, mesmo assim, medir o nível de glicose quando se acorda, em jejum, é de extrema utilidade para orientar o tratamento. “Os melhores horários para realizar as glicemias são em jejum, antes do almoço, antes do jantar, duas horas após almoço e jantar e ao deitar. Estas orientações de horários são necessárias em diabetes tipo 1 e tipo 2 mal controlado, que necessita de correções da medicação”, aponta Roberto Raduan, endocrinologista e coordenador do Departamento de Complicações Agudas e Hospitalares da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes).

No ciclo menstrual

absorvente; menstruação - iStock - iStock
Imagem: iStock

Assim como no jejum, as alterações hormonais que ocorrem no corpo da mulher, principalmente no período pré-menstrual, podem aumentar os níveis de glicose no sangue.

Por isso, para as mulheres com diabetes, é importante conversar com o ginecologista e também com o endocrinologista para que ambos apontem tratamentos adequados.

Para quem não tem a enfermidade, o próprio corpo consegue trabalhar para equilibrar estes valores.

Não dormir o suficiente

apatia, cansaço, depressão, insônia - iStock - iStock
Imagem: iStock

Várias noites de insônia, ou sem o descanso o necessário, podem causar distúrbios no metabolismo do nosso corpo. Isso porque ocorre a liberação de vários hormônios ligados ao estresse, como o cortisol e a catecolamina. O resultado disto é a elevação na glicose sanguínea, o que pode ser ainda mais grave para os diabéticos.

Além disso, o sono ruim piora o acúmulo de gordura visceral e predispõe a resistência insulínica, e ambos podem levar ao diabetes.

Para ajudar no controle do açúcar no sangue, a matemática é simples: alimentação equilibrada, evitando o consumo de produtos industrializados, ultraprocessados e embutidos, além da prática de atividade física, por, pelo menos, 30 minutos, de 3 a 4 vezes na semana.

Como verificar a glicemia?

Pessoa medindo glicemia, diabetes - iStock - iStock
Imagem: iStock

Para saber como está o nível de açúcar no nosso sangue, existem duas formas mais tradicionais. O exame laboratorial, que é indicado principalmente para quem não tem diabetes, e por meio da chamada glicemia capilar, que, geralmente, é prescrita aos pacientes com a enfermidade.

Esta medição é feita com a ajuda do glicosímetro, aparelho que faz a leitura da glicose através de uma gota de sangue, geralmente da ponta do dedo. “Também existem sensores que ficam na pele por determinado período (em torno de 7 a 14 dias) e que medem o açúcar de forma quase contínua (a cada 1 ou 5 minutos) e enviam os dados para um aparelho monitor. Assim, é possível saber as variações de glicose ao longo do tempo e até sua tendência, se está estável, subindo ou caindo”, conta Larissa Almeida, endocrinologista do HU-UFPI (Hospital Universitário do Piauí, da Universidade Federal do Piauí), que faz parte da Rede Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares).

Fonte adicional: Nelson Vinicius Gonfinetti, endocrinologista do Instituto Castro, em São Paulo.

Viva Bem com Diabetes

Pâncreas artificial conteria glicemia de pacientes com diabetes tipo 2 – VivaBem

Pesquisadores das universidades de Cambridge, na Inglaterra, e de Berna, na Suíça, testaram o potencial de um dispositivo apelidado de pâncreas artificial em pessoas com diabetes tipo 2 e insuficiência renal. A partir de um sensor que mede a taxa de açúcar no sangue e de um algoritmo em um smartphone, o equipamento portátil usa uma bomba que injeta insulina automaticamente no paciente, quando há necessidade. Em um estudo com 26 pacientes, ele se mostrou mais eficaz para manter a glicemia dentro dos padrões do que a aplicação tradicional desse hormônio, com injeções manuais. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Nature Medicine.

Uma espécie de pâncreas artificial já havia sido testada em indivíduos com diabetes tipo 1 na Universidade Cambridge. A diferença é que esse novo aparelho funciona de forma totalmente automática. Antes, os pacientes precisavam registrar toda vez que estavam prestes a comer para o equipamento realizar ajustes na dosagem do hormônio. Agora é o próprio algoritmo do dispositivo que faz isso, com base em medições frequentes da glicemia.

Para o experimento em questão, os cientistas se concentraram em adultos com diabetes tipo 2 que também possuem insuficiência renal. Isso porque o quadro dificulta o controle da glicose. “Pacientes com diabetes tipo 2 e insuficiência renal são particularmente vulneráveis. Há uma necessidade de novas abordagens que os ajudem a manejar suas condições de maneira segura e eficaz”, afirmou em comunicado a pesquisadora Charlotte Boughton, da Universidade Cambridge, que liderou o trabalho.

De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF), mais de 80% das doenças renais em estágio terminal são causadas por diabetes ou hipertensão.

Como foi o estudo

Todos os participantes possuíam diabetes tipo 2 e necessitavam de diálise por causa da insuficiência renal. Durante 20 dias, metade utilizou o pâncreas artificial, enquanto o restante seguiu com a aplicação padrão da insulina. Nos 20 dias seguintes, os voluntários trocaram de grupo.

Resultado: durante a utilização do pâncreas artificial, os voluntários passaram 53% do tempo com a glicemia dentro de padrões aceitáveis. Já com as injeções manuais de insulina, esse número foi de apenas 38%. A taxa média de glicose no sangue também foi mais baixa com o equipamento.

Os cientistas ressaltaram que o algoritmo do pâncreas artificial se ajusta ao organismo de cada indivíduo com o passar do tempo. Ou seja, é possível que os resultados fossem mais positivos com o uso prolongado.

O pâncreas artificial também tornaria o cotidiano dos pacientes mais fácil. Segundo a investigação, 92% dos participantes afirmaram que a tecnologia os fez gastar menos tempo com o tratamento do diabetes tipo 2, seja para aplicar as doses de medicamento, seja para checar as próprias taxas de açúcar no sangue.

No entanto, são necessárias pesquisas mais longas, com um número maior de voluntários e com diferentes tipos e gravidades de diabetes para confirmar os benefícios do pâncreas artificial. No momento, outros grupos também vêm desenvolvendo equipamentos similares — o custo pode ser um impeditivo para o acesso.

“O pâncreas artificial tem o potencial de virar um atributo chave para cuidado personalizado e integrado de pessoas com diabetes e necessidades médicas complexas”, avaliou Lia Bally, médica da Universidade de Berna que participou do estudo.

Mesmo se tudo der certo, ainda deve demorar algum tempo para essa tecnologia chegar à população.

(Fonte: Agência Einstein)

Viva Bem com Diabetes

Centenas de pacientes com diabetes em Vilhena são atendidos com insulina e insumos gratuitos mensalmente, veja detalhes ⋆ Folha de Vilhena – Folha de Vilhena


36 mil itens de insumos em estoque garantem atendimento de qualidade a diabéticos pela Prefeitura

Foto: Semcom

Com estoques cheios de lancetas, monitores de glicemia, seringas, agulhas, tiras reagentes e entrega regular de insulina fornecida pelo Ministério da Saúde, a Farmácia Municipal atende em média entre 500 e 600 pacientes com diabetes todos os meses. Inclusive, recentemente no local foi criada uma sala específica para a dispensação (entrega) de insulina aos pacientes para prestar orientações e realizar treinamentos de aplicação.

Relatório do CAF (Centro de Abastecimento Farmacêutico) mostra que atualmente há 7.500 lancetas, 20.100 seringas com agulhas, 9.200 tiras reagentes e 51 monitores de glicemia disponíveis para os pacientes que precisam. “Não faltam insumos para diabéticos, temos tudo o que é necessário com envio normal à Atenção Básica. O Governo do Estado, através dos carregamentos que recebe do Ministério da Saúde, faz a entrega rotineira de insulina para nós, sem falta”, explica a coordenadora do CAF, Rosileya Moreira de Sousa.

De acordo com Sérgio Souza Mattos, coordenador da 3ª Regional de Saúde do Estado de Rondônia em Vilhena, a entrega de insulina é tarefa do Governo do Estado com aquisição feita pela União, conforme a Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais), emitida pelo Ministério da Saúde. “A aquisição deste insumo é de responsabilidade do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, que nos envia e distribuímos aos municípios, conforme a demanda. Aqui a demanda está sendo suprida bem. Estamos entregando de 500 a 600 insulinas por mês a Vilhena. Nossa meta é atender com o melhor que temos nossos pacientes, que são recorrentes, ou seja, precisam sempre desse medicamento”, explica.

Na Farmácia Municipal, o farmacêutico Fernando Ramos Neves da Costa, explica que há espaço exclusivo para os pacientes diabéticos. “Foi criada recentemente uma sala de Atenção Farmacêutica exclusiva, onde os farmacêuticos residentes realizam a dispensação das insulinas NPH, a Protamina Neutra de Hagedorn, e a insulina regular, bem como fazem o acompanhamento farmacoterapêutico dos pacientes, que recebem informação sobre o armazenamento e transporte das insulinas e treinamento de como utilizar as canetas e realizar a autoaplicação”, revela.

Conforme revelado na Audiência de Prestação de Contas do 1° Quadrimestre de 2021, foram atendidos, no total, 723 pacientes diferentes com insumos, insulina, orientação e atenção farmacêutica na Farmácia Municipal, com média de 600 deles vindo recorrentemente.

A enfermeira e secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch, pontua o belo trabalho feito pelos profissionais do setor. “A diabetes é uma doença crônica e a maioria dos pacientes são idosos. É importante que os pacientes não interrompam o tratamento, pois notamos que alguns deixam de ir todos os meses. Temos um cuidado farmacêutico para dar mais autonomia ao paciente, os profissionais fazem um belo trabalho ensinando os pacientes a realizar o procedimento da autoaplicação, verificar data de validade, instruções de armazenamento e transporte. Tudo isso para assegurar não só a oferta do medicamento, mas a qualidade, segurança e eficácia do tratamento, enquanto garantimos qualidade de vida e saúde”, explica.

Fernando destaca que os pacientes, na maioria dos casos, são “polifarmácia”, o que gera atendimentos adicionais no momento da dispensação dos remédios. “Os farmacêuticos residentes procuram identificar interações medicamentosas e orientam sobre o aparecimento de possíveis reações adversas, colaborando para o uso racional de medicamentos. Foram instalados nas mesas barreiras físicas em material transparente para assegurar a proteção tanto do paciente quanto do farmacêutico. O número de mesas de atendimentos foi aumentado de uma para três, a fim de dar mais agilidade ao serviço e reduzir as filas, sempre seguindo as medidas de distanciamento”, comenta.

ORIENTAÇÕES PELA INTERNET – Farmacêuticas residentes criaram até mesmo uma página no Instagram para publicar conteúdo orientativo com dicas sobre o uso dos medicamentos dispensados na Farmácia Municipal. Nesta segunda-feira, inclusive, a farmacêutica Milena Trevizani publicou vídeo sobre a forma correta de transporte e armazenamento da insulina. Assista no link: www.bit.ly/cuidadoscominsulina1.

RENAME – As insulinas NPH e regular, tanto em frasco quanto em canetas, fazem parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (página 64 da Rename 2020), sendo dispensadas na Farmácia Básica Municipal. No entanto, a sua aquisição é centralizada no Ministério da Saúde (página 14 da Rename 2020), por sua vez, a distribui aos Estados e Municípios, por meio do Núcleo Regional de Saúde.

Semcom

Viva Bem com Diabetes

De diabetes a câncer: nutricionista fala do risco das guloseimas para crianças – Campo Grande News

Os perigos atendem pelo nome de salgadinhos prontos, salsicha, refrigerantes, sorvete

Anúncio de refrigerante em frente à escola de Campo Grande. (Henrique Kawaminami)
Anúncio de refrigerante em frente à escola de Campo Grande. (Henrique Kawaminami)

De fácil acesso, inclusive em ambiente escolar não abrangido pela Lei da Cantina Saudável, as guloseimas representam risco de longo prazo para a saúde de crianças e adolescentes. Os perigos são as doenças crônicas, numa lista que vai de hipertensão ao câncer.

Nesta semana, reportagem do Campo Grande News mostrou que legislação, que proibia a venda de doces, refrigerantes e frituras nas escolas da rede estadual, foi sepultada pela Justiça. Enquanto o cardápio saudável nas cantinas de escolas da rede municipal e particular da Capital é uma obrigação.

Presidente das Asman (Associação Sul-mato-grossense de Nutrição), o nutricionista Anderson Holsbach destaca os perigos dos alimentos ultraprocessados: salgadinhos prontos, salsicha, refrigerantes e sorvete.

 “Esse tipo de alimento tem composição nutricional desequilibrada, leva ao excesso de peso e também às demais doenças crônicas não transmissíveis. A gente pode citar hipertensão, diabetes, câncer. As crianças estão suscetíveis também a esses problemas”.

Contudo, ao contrário dos adultos, as crianças e adolescentes ainda não estão conscientes dos perigos desses alimentos.

“Por isso, que medidas regulatórias e de proteção são importantes, como as leis. Quando restrinjo o acesso à alimentação não saudável, reduzo o impacto negativo na saúde da criança”, afirma Anderson Holsbach.

Enquete – O Campo Grande News perguntou aos leitores sobre o lanche vendido aos alunos em ambiente escolar. E os relatos são de realidades bem diferentes. Um participante afirma que a oferta de alimentos saudáveis é precária.

Oura leitora lamenta que a cantina na escola virou negócio lucrativo para os donos. “Quero ver ter comida saudável! As crianças não comem nem em casa, imagine na escola!”.

Mas também há quem encontre alimentos saudáveis em ambiente escolar. “Por aqui, nada de frituras, refri ou doces”, diz internauta.

Viva Bem com Diabetes

Teste de força das mãos pode ajudar a detectar complicação do diabetes – Revista Galileu


Teste de força das mãos pode ajudar a detectar complicação do diabetes (Foto: Zoe/Unsplash)

Teste de força das mãos pode ajudar a detectar complicação do diabetes (Foto: Zoe/Unsplash)

Pacientes com diabetes tipo 2 podem sofrer com a neuropatia diabética, uma lesão nos nervos periféricos do corpo que pode causa dor, formigamento, queimação e perda de sensibilidade, sobretudo nas pernas e nos pés. Isso pode fazer com que certos machucados passem despercebidos e evoluam até o estágio de exigir amputações. Mas um pequeno estudo da Universidade Cruzeiro do Sul deu o primeiro passo para o desenvolvimento de um método que diagnosticaria essa complicação bem no começo, antes de ela se agravar.

O trabalho, publicado no periódico científico Human Movement Science, concentrou-se na chamada força de preensão — a força aplicada pelas mãos para segurar um objeto. A tarefa dos 36 voluntários era simples: eles deveriam manipular um dispositivo específico, que mensura essa força de preensão, e fazer diferentes tarefas com ele.

Entre os participantes, 24 possuíam diabetes tipo 2, mas só 12 manifestavam a neuropatia diabética. Outros 12 voluntários não apresentavam a doença, e serviram como um grupo de controle. 

Após diferentes avaliações, os cientistas perceberam que no chamado teste estático (em que a pessoa só segura esse dispositivo por dez segundos), os voluntários das duas turmas com diabetes usaram a metade da força aplicada pelo grupo saudável. Ou seja, mesmo as pessoas que não manifestavam sintomas claros da neuropatia já apresentavam alterações.

Na opinião dos cientistas, aplicar menos força nessa tarefa não significa uma perda de sensibilidade nos dedos, e sim um problema de comunicação entre os nervos periféricos e o cérebro. Seria o princípio desse quadro.

O profissional de educação física Paulo Barbosa de Freitas Júnior, um dos autores da pesquisa, espera que essa descoberta sirva para, no futuro, criar um método capaz de fazer o diagnóstico precoce da neuropatia diabética. “A ideia é ter um aparelho que permita ao médico medir a força de preensão em um teste simples e ver se o paciente apresenta sinais de alterações neurológicas incipientes”, explica, em comunicado.

No entanto, outros estudos são necessários para avaliar se a força de preensão é realmente confiável para diagnosticar a neuropatia diabética e se equipamento utilizados no experimento seria a melhor maneira de mensurá-la. Esse é apenas o primeiro passo de uma jornada científica.

(Fonte: Agência Einstein)

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Relatório de pesquisa de mercado global Dispositivos de cuidados de diabetes de 2021, tamanho da indústria, análise regional com taxa de crescimento, produção, visão geral de tendências, modelos de desenvolvimento, receita total e previsão para 2023 – El Universal

//eluniversaldiario.com

O relatório de pesquisa de mercado Global Dispositivos de cuidados de diabetes elabora uma visão geral do mercado, tamanho do mercado regional e nacional, segmentação, crescimento do mercado, participação de mercado, cenário competitivo, avaliação do desempenho econômico, etc. Mostra os segmentos da escala do mercado, valor CAGR , consumo, análise de produção, exportações e importações, demanda de vendas e dinâmica de preços. Este relatório apresenta a dinâmica do mercado, tendências de desenvolvimento, permitindo que você identifique os principais motivadores e restrições. A análise de mercado Dispositivos de cuidados de diabetes pode ajudá-lo a expandir seus negócios, visando áreas de manufatura qualificadas, diferentes países com perfis de empresas e regiões.

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O relatório oferece uma visão valiosa sobre o progresso do mercado Dispositivos de cuidados de diabetes. Este relatório é sobre os aspectos dominantes do mercado e examina cada segmento. Na análise detalhada, espera-se que o mercado cresça a um valor CAGR de 6.5 durante o período de previsão de 2023. E forneça abordagens relacionadas ao crescimento do mercado Dispositivos de cuidados de diabetes com uma análise de cada região.

Principais participantes do mercado Dispositivos de cuidados de diabetes:
Abbott, Acon Laboratories, Inc., Bayer Ag, Becton, Dickinson And Company, Eli Lilly & Co., F. Hoffmann-La Roche Ltd, Johnson And Johnson, Medtronic Plc, Novo Nordisk A/S, Sanofi

Sobre o mercado Dispositivos de cuidados de diabetes:
O relatório de mercado Dispositivos de cuidados de diabetes fornece o status CAGR, upstream, análise geográfica, usuário final, concorrentes de mercado, análise SWOT, vendas, receita, preço, margem bruta e previsão. Segmentação detalhada do mercado Dispositivos de cuidados de diabetes com base no tipo e aplicação, e uma estrutura descritiva das tendências de desenvolvimento dos principais segmentos e subsegmentos elaborados no relatório. Ele também fornece o tamanho do mercado Dispositivos de cuidados de diabetes e estima uma previsão de 2018 a 2023. Fornece neste relatório uma análise estratégica dos principais fatores que influenciam o mercado.

Mercado Dynamics: –
 
 > Drivers
 – Crescer Diabetes prevalência mundial
 – Avanço tecnológico
 – Cresce a consciência sobre Diabetes Care
 – Crescer prevalência de obesidade
 
 > restrições
 – Custo elevado dos dispositivos avançados e Acessórios
 – Inconsistente reembolsos em todas as geografias
 
 > Oportunidades
 
 > Principais Desafios

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Área-chave do Relatório de Mercado Dispositivos de cuidados de diabetes:
• Estimativa atual do tamanho do mercado Dispositivos de cuidados de diabetes
• Oportunidades de crescimento que podem surgir no setor nos próximos anos
• Receitas por jogadores
• Crescimento do mercado por categorias de produtos
• Participação de mercado por regiões / país
• Análise do fornecedor-chave e estratégias de crescimento consideradas pelos jogadores
• Dinâmica da indústria e produção

Geograficamente, a análise detalhada de consumo, participação de mercado e receitas, tamanho do mercado, tecnologias, taxa de crescimento e período de previsão das seguintes regiões incluem: EUA, Canadá, México, Resto da América do Norte, Brasil, Argentina, Resto da América do Sul, China, Japão, Índia, resto da Ásia-Pacífico, Reino Unido, Alemanha, França, resto da Europa, Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Arábia Saudita.

Principais desenvolvimentos no mercado:
 > Março 2018 – Medtronic PLC recebeu a aprovação US Food and Drug Administration (FDA) para o Guardian (TM) Ligação contínuo monitoramento do sistema (CGM), para diabéticos com idade entre idades compreendidas entre os 14-75 anos de glicose.
 > Jan 2018 – Abbott anunciou que o Sistema FreeStyleLibre, sistema novo e revolucionário da empresa monitorização contínua da glicose (CGM), está agora disponível aos pacientes do Medicare nos Estados Unidos.

Perguntas frequentes neste relatório:
• Qual é o escopo do relatório de mercado Dispositivos de cuidados de diabetes?
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TOC detalhado de crescimento do mercado global Dispositivos de cuidados de diabetes, tendências da indústria e previsão de 2023:
1. Introdução ao mercado Dispositivos de cuidados de diabetes
1.1 Resultados do estudo
1.2 Pressupostos Gerais do Estudo
2. Metodologia de Pesquisa
2.1 Introdução
2.2 Metodologia de Análise
2.3 Fases de estudo
2.4 Modelagem Econométrica
3. Resumo Executivo
4. Visão geral e tendências do mercado Dispositivos de cuidados de diabetes
4.1 Introdução
4.2 Tendências de Mercado Dispositivos de cuidados de diabetes
4.3 Estrutura das Cinco Forças de Porter
4.3.1 Poder de Negociação de Fornecedores e Consumidores
4.3.2 Ameaça de novos participantes
4.3.3 Ameaça de produtos e serviços substitutos
4.3.4 Rivalidade competitiva dentro da indústria
Contínuo……
Para TOC detalhado – www.absolutereports.com/TOC/13103460,TOC

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